domingo, 7 de agosto de 2011

VI

Volto hoje novamente aqui a casa. Onde estás em toda a parte para mim.
Foste feliz? Eu sempre pensei que sim. Eras uma menina feliz e mais recentemente eras uma mulher feliz. Às vezes não tinhas noção do que o nosso crescer trazia. Às vezes só querias a parte boa de crescer. Mas foste sempre a mais calma, a mais razoável, mesmo na criança que também eras.
Vou sentir a tua falta quando me tornar uma mulher ainda mais zangada com a vida.
Vou precisar da tua calma aparente, do teu optimismo irreal para me colocar na linha.

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